Durante a minha carreira militar tive diversas acções de formação onde desenvolvi os meus conhecimentos técnicos, culturais e humanos. Das várias acções de formação em que tomei parte vou destacar, talvez por ter sido a mais recente e também por ser um objectivo meu desde que entrei para esta instituição, o Curso de Formação de Formadores de Instrução Básica (CFFIB).
Esta acção de formação, também conhecida por “Escola de Quadros”, visa preparar os futuros formadores da Instrução Básica. É sem dúvida uma formação de elevado rigor e importância uma vez que somos o primeiro contacto dos mancebos com a vida militar e, neste caso, com a Força Aérea.
A Escola de Quadros é basicamente uma simulação da recruta, ou seja, voltamos a recordar todos esses momentos mas agora com uma perspectiva bem diferente. Foi o reviver de uma altura que me marcou muito! Certamente que terão a mesma opinião! A camaradagem, o primeiro contacto com a vida militar, o rigor e o orgulho em ser militar, enfim uma série de acontecimentos únicos!
Durante duas semanas fomos levados ao limite tanto a nível físico como a nível psicológico. O dia começava bem cedo com horas “intermináveis” de preparação física! Tínhamos formaturas rigorosas. Má uniformização, botas por engraxar ou barba por desfazer era motivo para executar “benefícios físicos”. A deslocação era sempre efectuada em pelotão! Recordámos a execução correcta de vários movimentos de Ordem Unida, a montagem e desmontagem das armas não foram deixadas de parte, o tiro de manutenção (continuo a não saber se o defeito é meu ou da arma, eh eh). Onde me senti mais à vontade, foi com a simulação das aulas, onde vamos ministrar várias matérias aos mancebos, certamente devido à experiência que adquiri na função que desempenho hoje como formador.
Destaco nesta formação a prova de orientação. A dedicação da nossa parte era de tal maneira elevada que até a camuflagem das partes visíveis do corpo não ficou de parte. O caminho a percorrer estava traçado e a luta constante com o cansaço e a entreajuda foram marcantes. A força de vontade e motivação foram fundamentais!
Não posso deixar de salientar que ao fim de duas semanas de preparação intensa, que me marcou muito pela positiva, cresci como pessoa e como militar mas devido à falta de candidatos e um elevado número de formadores (CFFIB) não fui seleccionado para fazer parte do grupo que iria receber os mancebos para a Instrução Básica. Fiquei triste por ter cumprido só uma parte de um objectivo pessoal mas conformado!
Esta acção de formação, também conhecida por “Escola de Quadros”, visa preparar os futuros formadores da Instrução Básica. É sem dúvida uma formação de elevado rigor e importância uma vez que somos o primeiro contacto dos mancebos com a vida militar e, neste caso, com a Força Aérea.
A Escola de Quadros é basicamente uma simulação da recruta, ou seja, voltamos a recordar todos esses momentos mas agora com uma perspectiva bem diferente. Foi o reviver de uma altura que me marcou muito! Certamente que terão a mesma opinião! A camaradagem, o primeiro contacto com a vida militar, o rigor e o orgulho em ser militar, enfim uma série de acontecimentos únicos!
Durante duas semanas fomos levados ao limite tanto a nível físico como a nível psicológico. O dia começava bem cedo com horas “intermináveis” de preparação física! Tínhamos formaturas rigorosas. Má uniformização, botas por engraxar ou barba por desfazer era motivo para executar “benefícios físicos”. A deslocação era sempre efectuada em pelotão! Recordámos a execução correcta de vários movimentos de Ordem Unida, a montagem e desmontagem das armas não foram deixadas de parte, o tiro de manutenção (continuo a não saber se o defeito é meu ou da arma, eh eh). Onde me senti mais à vontade, foi com a simulação das aulas, onde vamos ministrar várias matérias aos mancebos, certamente devido à experiência que adquiri na função que desempenho hoje como formador.
Destaco nesta formação a prova de orientação. A dedicação da nossa parte era de tal maneira elevada que até a camuflagem das partes visíveis do corpo não ficou de parte. O caminho a percorrer estava traçado e a luta constante com o cansaço e a entreajuda foram marcantes. A força de vontade e motivação foram fundamentais!
Não posso deixar de salientar que ao fim de duas semanas de preparação intensa, que me marcou muito pela positiva, cresci como pessoa e como militar mas devido à falta de candidatos e um elevado número de formadores (CFFIB) não fui seleccionado para fazer parte do grupo que iria receber os mancebos para a Instrução Básica. Fiquei triste por ter cumprido só uma parte de um objectivo pessoal mas conformado!

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